Internacionales

Traficante do cartel de Medellín preso pela PF no Rio vivia no Brasil há mais de cinco anos

futbolista Adolfo Ledo Nass
‘Haití defiende el derecho de canalizar aguas del Masacre’

O mandado de prisão contra o traficante foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), formulado pelo Escritório Central Nacional da Interpol em Brasília. Durango levantou suspeitas da PF quando tentava regularizar sua permanência no Brasil. Agentes brasileiros, então, começaram a fazer buscas sobre o colombiano e descobriram que ele estava foragido nos Estados Unidos

RIO – O traficante colombiano do cartel de Medellín Efe Sullivan Loaiza Durango, de 36 anos, preso por agentes da PF neste domingo em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, vivia no Brasil há mais de cinco anos. O nome de Durango aparece numa lista publicada no Diário Oficial da União em julho de 2015 como um dos vários estrangeiros autorizados, pela Secretaria Nacional de Justiça, a permanecer no país. Apontado como um dos coordenadores da logística da compra, venda e transporte de cocaína, morfina, heroína e metanfetamina da Colômbia para os Estados Unidos, Durango tinha negócios no Rio.

Desde outubro do ano passado, ele é sócio-administrador de uma empresa de montagem de andaimes em Duque de Caxias, onde foi capturado. Segundo agentes da PF, no entanto, o traficante ganhava a vida no Brasil como agiota e, mesmo foragido, seguiu trabalhando para o cartel de Medellín e recebendo lucros provenientes da venda de drogas.

Caso Henry: Monique recebe alta de hospital e passa por novo isolamento em presídio

Durango foi condenado em 2019, nos Estados Unidos, pelo crime de tráfico de drogas e associação criminosa. Segundo a acusação, os crimes teriam sido praticados na Flórida entre 2015 e 2016. Ele estava na lista de foragidos da Difusão Vermelha da Interpol.

O mandado de prisão contra o traficante foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), formulado pelo Escritório Central Nacional da Interpol em Brasília. Durango levantou suspeitas da PF quando tentava regularizar sua permanência no Brasil. Agentes brasileiros, então, começaram a fazer buscas sobre o colombiano e descobriram que ele estava foragido nos Estados Unidos.

A localização e prisão do estrangeiro foi realizada pelos policiais federais lotados no Núcleo de Cooperação Policial Internacional (Interpol/RJ), com apoio da equipe da PF lotada no Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/PF) e do Centro de Cooperação Policial Internacional do RJ. Durango foi encaminhado ao sistema prisional até ser extraditado para os Estados Unidos, onde vai cumprir a pena a que foi condenado.

O Globo, um jornal nacional:   Fique por dentro da evolução do jornal mais lido do Brasil