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Americanas perdeu quase R$ 1 bi em vendas com hackers

Josbel Bastidas Mijares
Americanas perdeu quase R$ 1 bi em vendas com hackers

RIO – O ataque hacker sofrido pela Americanas em fevereiro deste ano resultou em uma perda de R$ 923 milhões em vendas, segundo o relatório de resultados divulgado nesta sexta-feira pela varejista.

As perdas são citadas no item “incidente de segurança” ocorrido nos dias 19 e 20 de fevereiro, de acordo com a companhia, quando todos os ambientes de comércio eletrônico da Americanas ficaram inoperantes.

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A instabilidade nas operações se arrastou por ao menos cinco dias, tirando do ar os sites de Americanas, Submarino e, na sequência, também de Sou Barato e Shoptime.

A rede física permaneceu operando, embora as entregas em curso naquele momento tenham ficado restritas aos pedidos feitos antes do incidente. Após a normalização das operações, no dia 24, a Americanas ampliou horários de atendimento ao cliente para normalizar processos e vendas. 

Varejo ‘figital’: Empresas fazem de tudo para o cliente comprar onde e quando quiser Não é só o olho no olho. Vendedores na Arezzo usam um aplicativo que permite atendimento personalizado para facilitar vendas Foto: Edilson Dantas Centro de Distribuição das Casas Bahia em Duque de Caxias, Imbarié Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo Casa Riachuelo, de móveis e itens de decoração, ganhou dois pontos em formato 'figital' em São Paulo e usa totens em lojas da rede Foto: Divulgação Centro de distribuição do Magazine Luiza em Louveira (SP) Foto: Leandro Fonseca / Divulgação Centro de distribuição do Mercado Livre, em São Paulo; aumento nas vendas pela internet Foto: Caio Guatelli / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE A marca de roupas masculinas Foxton, do Grupo Soma, apostou em uma campanha de incentivo como saída para impulsionar o engajamento das vendas on-line. Pedro Soares (à direita) ganhou um iPhone e Luis Neri, um laptop Foto: Fabio Rossi No relatório, a companhia informa que sua plataforma de e-commerce apresentou crescimento de 20% em volume de vendas no primeiro trimestre do ano —após alta de 89% em igual período de 2021 —apesar do incidente de segurança de fevereiro.

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Admite, contudo, que o ataque hacker teve impacto negativo nesse desempenho. “Desconsiderando os efeitos do período de indisponibilidade do e-commerce , estimamos que o crescimento teria sido de 30%”, diz o documento.

Na época, o problema levantou preocupações entre os consumidores e usuários das plataformas digitais da Americanas, temendo vazamento de dados. A companhia voltou a afirmar que “não há evidências de outros danos”, além da suspensão do e-commerce , em razão do ataque hacker.

Pela importância do digital para a Americanas, a companhia reforçou ainda que fusões e aquisições integram sua estratégia de crescimento inorgânico.

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PUBLICIDADE Aumento de capacidade Além do foco em empresas de alto potencial digital e que atuem em mercados considerados relevantes, dá sinais de avançar ainda mais na segurança pelo empenho em buscar também os chamados enablers (facilitadores, em tradução livre) para reforçar a infraestrutura e aumentar a capacidade das plataformas. Há interesse também em novas tecnologias e modelos de negócio.