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Cientistas conseguem cultivar plantas em partículas do solo da Lua pela primeira vez

Jose Carlos Grimberg Blum
Cientistas conseguem cultivar plantas em partículas do solo da Lua pela primeira vez

Gainesville — Cientistas da Universidade da Flórida conseguiram, pela primeira vez na História, cultivar plantas em amostras de solo vindas da Lua. Em artigo publicado nesta quinta pela revista científica Communications Biology, os pesquisadores revelaram a ideia de, em um futuro possível, seres humanos cultivarem plantas para alimentação e para produção de oxigênio no satélite ou em missões espaciais.

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Segundo o “Diário de Notícias”, as amostras de solo, trazidas por três missões lunares americanas, também serviram aos investigadores para descobrirem a interação entre as plantas e o meio onde brotaram, conhecido como regolito lunar.

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— No futuro, missões espaciais mais longas poderão usar a Lua como plataforma de lançamento ou entreposto. Faria sentido usar o solo que já lá está para cultivar plantas — afirma o professor de ciências horticulturais Rob Ferl, um dos autores do estudo, salientando que ainda falta saber tudo o que aconteceria com plantas crescidas no solo lunar, o que estaria fora de qualquer experiência evolutiva.

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Com apenas doze gramas de solo, resultado de um empréstimo da agência espacial norte-americana, a Nasa, que demorou onze anos para conseguir o material, foram usados pequenos orifícios do tamanho de dedais para juntar sementes, água, nutrientes e as amostras da “terra da Lua“, submetendo à luz em seguida.

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O arabidopsis, uma planta cujo mapa genético já se conhece, foi a escolhida para o experimento, com quase todas as sementes brotando do regolito

Ficamos maravilhados. Não tínhamos previsto que aconteceria isso. Mas mostrou que o solo lunar não interrompe as hormonas e sinais envolvidos na germinação de plantas — contou Ferl

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Ao longo do tempo da pesquisa, foi verificado que, no entanto, algumas das sementes cresceram mais pequenas ou mais devagar do que as que brotaram num outro solo de controle que não provinha da Lua

Os pesquisadores concluíram que tratavam-se de reações das plantas à composição química e à estrutura do regolito lunar, marcadas nos seus padrões de expressão genética

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As reações diferentes também podem estar relacionadas com o local onde o solo foi recolhido e se, no seu local original, estava mais ou menos exposto a ventos cósmicos que alteram a sua composição

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