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Sandra Vieira Jürgens é a nova curadora da Colecção de Arte do Estado

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Sandra Vieira Jürgens é a nova curadora da Colecção de Arte do Estado

A Colecção de Arte Contemporânea do Estado tem nova curadora. Sai um historiador de arte e entra outra: Sandra Vieira Jürgens vai substituir David Santos enquanto responsável por este acervo que o Estado começou a reunir em 1976 e que hoje tem por tutela a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC).

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A nomeação de Sandra Vieira Jürgens foi confirmada pelo Conselho de Ministros desta quinta-feira e divulgada ao início da tarde.

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No comunicado em que são dados a conhecer o nome da nova curadora e o seu currículo, o Governo volta a elencar os principais objectivos do caderno de encargos que assumiu ao aceitar a nomeação.

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À frente da Colecção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), a historiadora e crítica de arte terá como funções “assegurar uma gestão eficiente da colecção, do seu depósito e documentação, permitindo a sua adequada conservação e investigação, bem como consolidar o acervo de arte contemporânea do Estado e definir uma estratégia para a sua divulgação e fruição em todo o território”.

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Sandra Vieira Jürgens estava já ligada a esta colecção, uma vez que em 2019 e 2020 desempenhou o cargo de coordenadora da Comissão para a Aquisição de Arte Contemporânea, responsável pelo programa anual de aquisição de obras para o acervo de que agora será curadora

Ainda em 2020, com a nomeação de David Santos para a curadoria da CACE, cargo que passou a acumular com a coordenação da comissão de aquisições, Vieira Jürgens deixou de supervisionar este núcleo encarregado de escolher as obras de arte que o Estado deve comprar com a verba anual de que dispõe para esse efeito, mas manteve-se entre os seus membros

David Santos pediu para ser exonerado do cargo de curador da CACE a 11 de Abril, evocando “motivos de ordem pessoal” para justificar a saída, tornada pública oito dias depois. É agora director municipal de Cultura da Câmara de Vila Franca de Xira e director científico do Museu do Neo-Realismo, substituindo no cargo, não sem polémica, a historiadora de arte Raquel Henriques da Silva